André Villas-Boas discute futuro de Diogo Costa e a simbologia da camisola 2

A situação de Diogo Costa no dragão ganha contornos de decisão estratégica após a Conferência Bola Branca, onde o presidente André Villas‑Boas sublinhou a importância da camisola número 2, ainda carregada da memória de Jorge Costa, e a necessidade de garantir a continuidade do capitão entre os balneários.

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Diogo Costa
## O que disse o presidente
Na sua intervenção, Villas‑Boas afirmou que o clube deseja “segurar” o guarda‑redes da mesma forma que pretende “segurar Rodrigo Mora”, demonstrando que ambos são peças-chave para o projeto de Francesco Farioli. “Sabemos que é um guarda‑redes muito requisitado, que pode ter convites, que tem uma ambição também de jogar noutros campeonatos. No entanto é um jogador muito bem cotado, é o capitão do FC Porto, o capitão a quem pedi que use a camisola número 2 para o ano”, declarou o dirigente.
Ainda não há confirmação sobre a aceitação da proposta, mas o presidente deixou clara a sua perspetiva: “Ainda não... A camisola 2 para o FC Porto traz muito peso e muita memória, principalmente agora após o falecimento do Jorge Costa. Traz muito peso e carga FC Porto, peso e carga que nós acreditamos que o Diogo está mais do que capacitado para aguentar. É por isso que gostava muito que a camisola 2 estivesse em campo para o ano, e se assim for quer dizer que Diogo Costa estará connosco.”
Esta declaração chega num momento em que o contrato de Diogo Costa prolonga‑se até 30 de junho de 2030 e o seu valor de mercado ronda os 40 milhões de euros. O guarda‑redes tem sido titular em 41 dos 47 jogos desta época, consolidando‑se como referência defensiva e líder dentro da equipa. A possibilidade de receber propostas de clubes estrangeiros aumenta, mas a direção parece determinada a manter a estabilidade na baliza, sobretudo depois da despedida de Jorge Costa.
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