Herrera revela a dor da partida e a paixão que ainda o liga ao FC Porto

A entrevista concedida por Héctor Herrera ao O Jogo traz à luz a intensidade dos laços que cultivou durante a passagem pela Invicta, destacando o impacto emocional que a partida provocou tanto a ele como à família. O mexicano recorda que, apesar da distância, os filhos continuam a cantar as canções da claque, sinal de que o vínculo persiste além do relvado.

Jogador em destaque
Rodrigo Mora
Na sequência das declarações, Herrera sublinha: "Foi complicado deixar o clube, os meus filhos ainda falam muito do FC Porto, sabem as canções da claque. Foi, sem dúvida, um clube especial na carreira". A frase evidencia a força dos vínculos entre a cidade, o clube, os jogadores e os adeptos, reforçando a ideia de que a despedida não apagou a afeição sentida.
Além do desejo de regressar, o ex‑mérito recorda que “Acabar no FC Porto seria o meu sonho”. Mantém ainda um canal aberto com André Villas‑Boas, sugerindo que, caso surja a oportunidade, a sua volta à casa dos dragões seria bem‑vinda. O ex‑jogador destaca ainda a rede de amigos que cultivou fora do futebol, reforçando a dimensão pessoal da ligação com a cidade.
O olhar sobre o presente
O mexicano também elogia o trabalho dos atuais médios, citando Rodrigo Mora: "Eu gosto muito do Rodrigo Mora, porque também o vi em grande plano no Mundial de Clubes". Herrera reconhece o talento emergente e a evolução do jovem português, reforçando a ideia de que a nova geração mantém viva a tradição vencedora do clube.
Por fim, Herrera menciona as conversas mantidas com a direção, afirmando que “falei algumas vezes com o presidente” e que recebeu felicitações pelo título conquistado no México. O sentimento de pertença permanece intacto, e o ex‑jogador deixa clara a vontade de continuar a acompanhar os feitos da equipa, seja à distância ou, quem sabe, numa futura volta ao Estádio do Dragão.
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