Villas-Boas desvenda lógica das contratações espanholas: «Samu foi uma oportunidade de 24 horas»

André Villas-Boas abriu o livro de estratégias do FC Porto em entrevista ao diário 'Marca', revelando as razões que levaram o clube a fechar três dos quatro reforços espanhóis do verão: Samu Aghehowa, Gabri Veiga e Borja Sainz. O presidente dos dragões garante que todos surgiram como «oportunidades de mercado» e que, por isso, as operações tiveram de ser concretizadas a grande velocidade.

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Samu Aghehowa
Sobre Samu, avançado de 20 anos que chegou de Leiria, Villas-Boas sublinha a «velocidade, força e presença física» como fatores decisivos. «Foi um acordo importante que tivemos de fechar em 24 horas. Tem sido uma contratação incrível, não só como futebolista, mas também como ser humano», afirmou, lamentando a lesão que afastou o internacional sub-21 dos relvados — e que, na sua opinião, prejudica também a seleção espanhola.
A história de Borja Sainz, extremo que brilhou no Norwich com 19 golos na última temporada, mereceu igual destaque. Villas-Boas destacou a «explosão» do jogador no futebol inglês e o «espírito» que representa: «Passou por um momento muito difícil com a morte da mãe, mas já recuperou a sua melhor forma. Acreditamos que pode ter sucesso aqui», frisou.
Gabri Veiga, médio que deixou o Celta para rumar à Arábia Saudita e agora regressa à Europa, foi o terceiro escolhido. «Sentimos que tinha de vir para o Porto. Está num nível excelente, com os melhores números da carreira em golos e assistências. Foi fantástico conseguirmos trazê-lo», concluiu o líder portista, confessando o sonho de ver os três jogadores no Mundial'26 com a 'Furia Roja'.
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