Villas‑Boas revela estratégia silenciosa no mercado de transferências

Na Conferência Bola Branca da Rádio Renascença, o presidente André Villas‑Boas abordou o panorama do mercado de transferências, sublinhando que a escassez de propostas externas representa, aos olhos da direção, um indicativo de proteção dos ativos do clube.

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Diogo Costa
## O que disse o presidente
“Não temos indicações nenhumas. Abordagens, não. Por acaso, não”, afirmou o presidente, acrescentando ainda que “é um bom sinal, é um sinal de proteção dos nossos ativos atualmente”. Declarou ainda ter recusado, ontem, uma abordagem do Barcelona, reforçando a política de cautela.
Diogo Costa continua a ser descrito como “um guarda‑redes muito requisitado, que pode ter convites e que tem ambição de jogar noutros campeonatos”, mas o dirigente insistiu que o capitão da baliza deve permanecer na camisola número 2. Rodrigo Mora, por sua vez, “encontrou‑se numa posição diferente” e, apesar de a nova formação de Farioli o colocar como médio, mantém‑se no plano da equipa. Quanto a João Afonso, Villas‑Boas qualificou‑o como “uma aposta, sem dúvida. Um guarda‑redes em quem depositamos grandes esperanças”.
A dívida total do SAD ascende a 500 milhões de euros, dos quais 250 milhões são financeiros a pagar ao longo de 25 anos. Essa obrigação obriga a direção a manter fluxos de caixa saudáveis, motivo pelo qual o mercado deve ser operado de forma a garantir tesouraria suficiente para salários e pagamentos futuros.
O presidente concluiu que, embora existam “muitas gente que funciona a partir das notícias” e que o mercado naturalmente oscile, a prioridade permanece em “manter a base da equipa em realidade para o próximo ano e construir a partir dela”, com poucas modificações previstas e foco na estabilidade financeira.
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