Villas‑Boas justifica saída de Zubizarreta e revela nova dinâmica no FC Porto

A saída de Andoni Zubizarreta do FC Porto, anunciada no âmbito da temporada 2025/26, foi explicada pelo presidente André Villas‑Boas como parte de uma reestruturação que visa eliminar intermediários na tomada de decisões desportivas, permitindo ao treinador e ao presidente atuar em conjunto num único canal de comunicação.
Depois de uma temporada 24/25 marcada por três responsáveis na direção desportiva, a entidade decidiu simplificar a estrutura e confiar na experiência de quem já ocupou o cargo de treinador. Villas‑Boas sublinhou que “o facto de eu ter sido treinador permite uma linha direta que provavelmente os outros não tiveram ou não têm”, reforçando que a mudança pretendia tornar o processo decisório mais rápido e claro.
Villas‑Boas acrescentou ainda que “optámos por seguir outro caminho” com relação a Zubizarreta, reconhecendo as “marcas emocionais e humanas de exceção” deixadas pelo ex‑diretor, mas afirmando que a nova estratégia já demonstrou resultados positivos ao longo do ano. O presidente destacou ainda que, ao ouvir o apito final que consagra o clube campeão nacional, sentiu “alívio” e reforçou que “o meu maior propósito enquanto presidente é tornar os sócios felizes”.
## O que disse o presidente
Com esta nova abordagem, Villas‑Boas pretende consolidar a filosofia vencedora do clube, assegurando que cada decisão seja tomada de forma coesa entre a equipa técnica e a gestão executiva, garantindo assim que o FC Porto continue a “ocupar um lugar que pertença à história do clube” nos próximos anos.
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